4 de setembro de 2007

Seria cômico, não fosse trágico...

Diz o presidente (com p minúsculo mesmo) da nação brasileira:

- O Brasil ainda exige cuidados. Não podemos, por termos chegado a uma situação de equilíbrio, achar que está tudo resolvido e começar a gastança. Vamos continuar agindo como sempre agimos. O Brasil não vai gastar aquilo que não pode gastar - afirmou durante cerimônia de início das obras da refinaria de petróleo Abreu e Lima, em Ipojuca (PE).


Uma pessoa sensata pensaria que se trata de reduzir o gigantismo do Estado brasileiro. Mas não. O objetivo é defender a continuidade da CPMF - Contribuição PERMANENTE sobre Movimentação Financeira.

É de doer. O sujeito vir falar de "não gastar o que não pode gastar", no governo onde se aparelhou o Estado como nunca se viu, onde se alargaram as despesas e o descaso com a ética gerou mensalões e a máxima de que "caixa dois é normal"; com o intuito único de manter um IMPOSTO, que ainda por cima tem sido usado pra lentamente acabar com o sigilo bancário a que você deveria ter direito...

Eu sou totalmente a favor de um governo que redistribua os impostos de forma a proporcionar a quem precisa uma chance de progredir. Mas esse governo sinceramente fez muito menos do que devia e fez muito mais coisas ERRADAS do que podia.

Quanto tempo vai levar pra reduzir o inchaço do estado que esse senhor permitiu que fosse criado? Quanto dinheiro vamos jogar fora nisso?

Um comentário:

Cattapan disse...

Lembrando que o molusco já anunciou que ano que vem vai inchar mais ainda a máquina federal. Vai contratar mais de 28 mil novos servidores.